Parece que não sou mais a mesma pessoa,
Parece que não gosto mais do mar, do ceú azul e do por do sol,
Parece que não sou mais o romântico do passado,
Parece que não me inspiro mais para escrever coisas bonitas,
O que está acontecendo comigo?
Parece que não sou mais o sonhador,
Tudo o que passou na minha vida ficou para trás,
Mudei completamente,
Já não sou aquele que amava profundamente
Já não sou tão iludido,
Os tempos mudaram, o mundo evoluiu,
E a gente mudou e evoluiu também
Hoje somos mais uma semente lançado para transformação da sociedade injusta e cruel em que vivemos,
Luto pela minha raça negra discriminada na sociedade branca burguesa,
Sinto falta, como no passado de alguém ao meu lado,
Às vezes me pergunto a gente vive se despedindo,
A vida é uma eterna despedida,
Mas um dia a despedida é eterna,
A despedida que nunca mais terá volta,
Vejo as crianças alegres e inocentes nos seus modos de viverem e nos seus modos de se divertirem,
Hoje nós somos os artistas, amanhã sumiremos do palco d vida e deixaremos para as crianças,
Crianças que são a esperança de um dia transformarem essa nação.
Que infelizmente é comandada por homens burros e exploradores,
Pais comandado por marionetes dos Estados Unidos
A minha esperança é de um dia ver esse pais livre,
Que o povo possa trabalhar e viver em paz,
Sem pacotes econômicos e sem arrocho salarial,
Que todos possam trabalhar e receberem um salário justo,
Que todos possamos ter o direito de lazer e descanso,
Que o ser humano principalmente o negro possa ser respeitado na sua cultura e na sua raça,
Que os policiais sejam proteção e não repressão da sociedade,
Que as forças armadas somente protejam a nação e não se entrometam na politica e Presidência da Republica,
Minha vida,
Alguém que me ame de verdade,
Alguém forte e de fibra que me empurre cada vez mais para luta,
Alguém que me compreenda,
Vivo caminhando pela estrada sozinho,
Como no passado ainda sonho de um dia encontrar o amor da minha vida,
Autoria: Paulo Furtado
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
A Esperança é As Crianças
Olhando o azul do céu
Olhando as pessoas caminharem na rua
Olhando o sorriso da guria que amo,
Caminhando pelas ruas da minha cidade,
Tocando meu violão
Escrevendo os meus modestos poemas
Assistindo uma partida de futebol,
Enfim a minha esperança está nas crianças e nos jovens somente eles podem mudar tudo pois nós tentamos mas não deixaram que a gente transformasse esse pais.
Crianças vocês estão com toda bola vão em frente o mundo é de vocês.
Autoria: Paulo Furtado 24/02/1988
Olhando as pessoas caminharem na rua
Olhando o sorriso da guria que amo,
Caminhando pelas ruas da minha cidade,
Tocando meu violão
Escrevendo os meus modestos poemas
Assistindo uma partida de futebol,
Enfim a minha esperança está nas crianças e nos jovens somente eles podem mudar tudo pois nós tentamos mas não deixaram que a gente transformasse esse pais.
Crianças vocês estão com toda bola vão em frente o mundo é de vocês.
Autoria: Paulo Furtado 24/02/1988
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Final de ano
Ultimo dia do ano
Mais um ano está terminando,
Mais uma vez a gente fica mais velho,
Mais uma vez a gente aprende mais,
Dentro da militância,
Na luta junto com os meus companheiros,
Que querem ver esse Brasil uma grande nação,
Que querem ver uma nação mais humana e mais justa para todos,
Dizem que é bobagem,
Lutar por uma sociedade nova,
Dizem que cada um tem que cuidar de sua vida,
e nem se preocuparem com os outros,
Mas eu luto,
Luto por uma nova sociedade,
Luto para semear e preparar os caminhos,
de vidas melhores para os meus filhos e netos que ainda virão,
Luto pelos meus amigos e pelos meus inimigos,
Luto e continuo lutando até o fim
Até o ultimo sopro de vida,
Dentro da minha solidão eu continuo,
procurando a mulher dos meus sonhos,
continuo procurando a companheira, amante e esposa,
olhando para o horizonte,
e vendo o sol se por por neste ultimo dia do ano
Eu me pergunto como será o amanhã?
Será que veremos dias melhores?
O Brasil continuará sendo pais desgovernado?
Continuaremos vendo crianças passarem fome nas ruas?
continuaremos vero povo sendo oprimido pelos poderosos?
Os colonos continuarão sem terra?
O negro continuará sendo discriminado?
Perguntas que só em 1988 teremos respostas.
Autoria: Paulo Furtado 31/12/1987
Mais um ano está terminando,
Mais uma vez a gente fica mais velho,
Mais uma vez a gente aprende mais,
Dentro da militância,
Na luta junto com os meus companheiros,
Que querem ver esse Brasil uma grande nação,
Que querem ver uma nação mais humana e mais justa para todos,
Dizem que é bobagem,
Lutar por uma sociedade nova,
Dizem que cada um tem que cuidar de sua vida,
e nem se preocuparem com os outros,
Mas eu luto,
Luto por uma nova sociedade,
Luto para semear e preparar os caminhos,
de vidas melhores para os meus filhos e netos que ainda virão,
Luto pelos meus amigos e pelos meus inimigos,
Luto e continuo lutando até o fim
Até o ultimo sopro de vida,
Dentro da minha solidão eu continuo,
procurando a mulher dos meus sonhos,
continuo procurando a companheira, amante e esposa,
olhando para o horizonte,
e vendo o sol se por por neste ultimo dia do ano
Eu me pergunto como será o amanhã?
Será que veremos dias melhores?
O Brasil continuará sendo pais desgovernado?
Continuaremos vendo crianças passarem fome nas ruas?
continuaremos vero povo sendo oprimido pelos poderosos?
Os colonos continuarão sem terra?
O negro continuará sendo discriminado?
Perguntas que só em 1988 teremos respostas.
Autoria: Paulo Furtado 31/12/1987
Ana
Das luzes do metrô,
Da música da boate,
Das noites de embalo,
Eu vejo você,
Com jeito livre de viver,
Desinteressada de tudo,
Quando dançamos parecemos que estamos sós no mundo,
Quando converso com você sinto-me muito bem,
Quando você não está na boate eu me sinto só,
Eu queria tanto poder te disser que ti amo,
Mas infelizmente não consigo,
Você tem alguém que de certo ti ama muito,
Eu vou continuar me caminho solitário,
Andando sem destino tentando um dia encontrar um amor.
Autoria: Paulo Furtado
Da música da boate,
Das noites de embalo,
Eu vejo você,
Com jeito livre de viver,
Desinteressada de tudo,
Quando dançamos parecemos que estamos sós no mundo,
Quando converso com você sinto-me muito bem,
Quando você não está na boate eu me sinto só,
Eu queria tanto poder te disser que ti amo,
Mas infelizmente não consigo,
Você tem alguém que de certo ti ama muito,
Eu vou continuar me caminho solitário,
Andando sem destino tentando um dia encontrar um amor.
Autoria: Paulo Furtado
Questionamento
Caminhar pela praça numa manhã de verão
Olho as flores e as árvores,
Me pergunto porque o homem tenta destruir a natureza
Porque o homem quer ser sempre maior que Deus
Porque o homem não aproveita bem o paraíso terrestre
Não sei por que o homem não tenta viver em fraternidade com seus irmãos,
Olho para as criancinhas que correm pelas ruas,
Sozinho continuo minha caminhada,
Tentando ser um semeador nesse mundo desumano,
Procuro preparar o caminho e a terra para a nova geração que vai vir depois de mim,
Só penso em procurar a paz e uma mulher que me ame,
Olho para o céu e sinto uma saudade,
A saudade dos amores perdidos, a saudade de um tempo que nunca mais volta.
Autoria: Paulo Furtado
Olho as flores e as árvores,
Me pergunto porque o homem tenta destruir a natureza
Porque o homem quer ser sempre maior que Deus
Porque o homem não aproveita bem o paraíso terrestre
Não sei por que o homem não tenta viver em fraternidade com seus irmãos,
Olho para as criancinhas que correm pelas ruas,
Sozinho continuo minha caminhada,
Tentando ser um semeador nesse mundo desumano,
Procuro preparar o caminho e a terra para a nova geração que vai vir depois de mim,
Só penso em procurar a paz e uma mulher que me ame,
Olho para o céu e sinto uma saudade,
A saudade dos amores perdidos, a saudade de um tempo que nunca mais volta.
Autoria: Paulo Furtado
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