O homem hoje destrói a natureza
As motos-serras derrubam as árvores
Os carros das fábricas poluem o ar
Detritos químicos poluem os rios
A natureza começa a ser atacada
A fauna é caçada implacavelmente
Não tem mais às árvores
Não temos mais os rios
Não temos mais o ar puro
Não temos mais os animais
Não vejo mais você
Não posso mais ti amar escondido no meio do mato
Não posso mais tomar banho de rio contigo
Não posso mais respirar o ar puro
Não posso mais andar com os meus amigos animais
Queria ser livre poder ver o mar
Andar nu contigo pela mata virgem
Sentir o teu corpo lindo
E acariciar e beijar todo teu corpo
Hoje nós vemos o nosso palco verde
Que é a natureza ecológica
Ser tombada pelos homens de paleto
Trancado no palco dos gabinetes e dos computadores.
Um dia eu quero estar longe da terra
E a onde eu estiver quero estar no meio de mato
para te beijar e sentir o verde de amor.
Vacaria, 05/06/1990
Autoria: Paulo Furtado
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Caminhando Numa Tarde de Inverno
Caminhando solitário
Numa tarde de inverno
Caminho com o vento forte
E as folhas das árvores
Sendo levadas pelo vento frio
Sozinho medito sob o sol forte do inverno
O céu azul
Me dá uma tristeza
Uma saudade de alguém que está longe
Tento superar os meus problemas
Tento esquecer alguém que me fez sofrer
Só a tranquilidade e a cabeça fria
Para refletir e analisar as consequencias de tudo que aconteceu
Vou caminhando sob o inverno frio e triste
caminhando buscando esperança e felicidade.
Vacaria RS 22/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
Numa tarde de inverno
Caminho com o vento forte
E as folhas das árvores
Sendo levadas pelo vento frio
Sozinho medito sob o sol forte do inverno
O céu azul
Me dá uma tristeza
Uma saudade de alguém que está longe
Tento superar os meus problemas
Tento esquecer alguém que me fez sofrer
Só a tranquilidade e a cabeça fria
Para refletir e analisar as consequencias de tudo que aconteceu
Vou caminhando sob o inverno frio e triste
caminhando buscando esperança e felicidade.
Vacaria RS 22/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Inverno
O inverno chegou
Com ele o frio
O sol triste
Às árvores derrubam suas folhas
A gente fica mais retraído
Começamos a vestir roupas pesadas
Queria tanto estar contigo
Numa cabana
Na frente da lareira
Abraçado contigo,
Tomando vinho,
Queria poder ti ver nua
Acariciar o teu corpo todo
E te beijar com o calor do verão no inverno
Sinto saudade de tanta coisa
Ouço uma música suave
Tocar no ar
E sei que você está tão longe
Olho as estrelas que surgem no fim de tarde
E sinto que meu coração está no céu junto das estrelas.
Vacaria RS, 21/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
Com ele o frio
O sol triste
Às árvores derrubam suas folhas
A gente fica mais retraído
Começamos a vestir roupas pesadas
Queria tanto estar contigo
Numa cabana
Na frente da lareira
Abraçado contigo,
Tomando vinho,
Queria poder ti ver nua
Acariciar o teu corpo todo
E te beijar com o calor do verão no inverno
Sinto saudade de tanta coisa
Ouço uma música suave
Tocar no ar
E sei que você está tão longe
Olho as estrelas que surgem no fim de tarde
E sinto que meu coração está no céu junto das estrelas.
Vacaria RS, 21/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Flores no Chão
Ando um dia pela rua
Vi no chão as flores que ti dei
No chão vi todo amor que sentia por você
No chão estavam toda as minhas esperanças
de algum dia você me amar
No chão estava você
Morta pelo destino
Agonizando pedindo que não morresse
No chão estava eu morrendo de amor
de saber que nunca mais vou ter você comigo.
Paulo Furtado
Vacaria RS, 15/05/1990
Vi no chão as flores que ti dei
No chão vi todo amor que sentia por você
No chão estavam toda as minhas esperanças
de algum dia você me amar
No chão estava você
Morta pelo destino
Agonizando pedindo que não morresse
No chão estava eu morrendo de amor
de saber que nunca mais vou ter você comigo.
Paulo Furtado
Vacaria RS, 15/05/1990
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Humilhação
Tantas coisas ruim me acontecem dia a dia a dia nesta cidade
Fui humilhado
Pisado
O meu coração foi triturado
Todos me odeiam
Quero partir logo desse lugar
Desta cidade maldita
Que me acolheu
E agora me expulsa para sempre do seu ventre.
Autor: Paulo Furtado
Vacaria, 15/05/1990
Fui humilhado
Pisado
O meu coração foi triturado
Todos me odeiam
Quero partir logo desse lugar
Desta cidade maldita
Que me acolheu
E agora me expulsa para sempre do seu ventre.
Autor: Paulo Furtado
Vacaria, 15/05/1990
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