Não sei porque você às vezes parece outra pessoa
Sinto que você não me ama,
Em outros dias sinto que você me quer
Eu não sei quando transo com você
Parece que o mundo parou
Me sinto um rei abraçado no teu corpo nu
Mergulhando no teu corpo é tão gostoso
Quando te beijo sinto que você é minha
Quando te abraço sinto uma força do universo,
Queria sempre estar transando contigo,
Mas quando caio na realidade,
Você é uma prostituta
Acho que você não ama ninguém,
Transa comigo somente porque é tua profissão
Na cama eu somente não transo contigo, mas ti amo
Queria ter certeza que você me ama
Para poder ir embora desta cidade
e te levar comigo para bem longe
ver as estrelas no lugar mais longe desse planeta,
Queria tanto que você fosse a minha companheira
Nessa vida dura que eu levo
Queria ter uma amiga nestes dias de solidão que eu passo,
Marcia, eu gosto tanto de ti
Gosto de ver o brilho dos seus olhos que não as estrelas do céu que brilham na escuridão da noite,
Queria tanto ti levar para ver o por do sol e ti beijar e te disser novamente eu ti amo,
Quem sabe um dia nas luzes dos planetas
Nos cruzar dos astros
No voo dos discos voadores
Na trajetória da lua
Na chegada do verão
A gente possa ficar junto para nunca mais no separarmos
Vacaria, 17/06/1990
Autoria: Paulo Furtado
terça-feira, 1 de outubro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Rotina da Vida
Olho o sol nascer
No horizonte vejo o céu começa a clarear
Sinto uma vontade de viajar
De buscar novos lugares
E conhecer novas pessoas
Queria estar junto contigo
E ti amar muito
Pela manhã uma massa operária vai para o trabalho
Nas esquinas as prostitutas fazem ponto
Debaixo dos viadutos os pivetes procuram uma vitima para roubar.
Nas calçadas os mendigos dormem no meio das caixas de papelão
Nas favelas as crianças procuram comida no lixo
Nos palácios os governadores se fartam de luxuria e mordomia
Nas fábricas os operários trabalham para sustentar o patrão
Nas cadeias os presos são tratados como animais,
Nos conventos as freiras castram os seus sentimentos,
No estádio a torcida vibra com o gol do seu time,
Nos bordéis os amantes fazem de conta que estão se amando,
Nas boates as garotas caçam os garotos para transarem
Nos bares os bêbados se embriagam para fugir da realidade.
No céu as estrelas piscam geram a inspiração para s poetas,
Na madrugada misteriosa eu saio vagando pela noite buscando um amor.
No amanhecer eu vejo o sol nascer
E novamente eu sinto que nunca vou achar o amor da minha vida.
Vacaria RS, 17/06/1990
Autoria: Paulo Furtado
No horizonte vejo o céu começa a clarear
Sinto uma vontade de viajar
De buscar novos lugares
E conhecer novas pessoas
Queria estar junto contigo
E ti amar muito
Pela manhã uma massa operária vai para o trabalho
Nas esquinas as prostitutas fazem ponto
Debaixo dos viadutos os pivetes procuram uma vitima para roubar.
Nas calçadas os mendigos dormem no meio das caixas de papelão
Nas favelas as crianças procuram comida no lixo
Nos palácios os governadores se fartam de luxuria e mordomia
Nas fábricas os operários trabalham para sustentar o patrão
Nas cadeias os presos são tratados como animais,
Nos conventos as freiras castram os seus sentimentos,
No estádio a torcida vibra com o gol do seu time,
Nos bordéis os amantes fazem de conta que estão se amando,
Nas boates as garotas caçam os garotos para transarem
Nos bares os bêbados se embriagam para fugir da realidade.
No céu as estrelas piscam geram a inspiração para s poetas,
Na madrugada misteriosa eu saio vagando pela noite buscando um amor.
No amanhecer eu vejo o sol nascer
E novamente eu sinto que nunca vou achar o amor da minha vida.
Vacaria RS, 17/06/1990
Autoria: Paulo Furtado
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Nos Braços de Uma Mulher
A chuva caindo lá fora
O frio do inverno
E eu no quarto
Debaixo dos cobertores
Nos braços de uma mulher
Abraço no seu corpo nu
No calor dos seus braços
Eu sinto a paz
Sinto distante de tudo
Parece que estou no paraíso
No tesão do orgasmo
Eu sinto a força de um Deus
Sinto a força do universo
Como queria fica a vida toda abraçado no corpo nu de uma mulher
Sentir o calor do verão no inverno
Deitado com uma mulher
Fazendo sexo.
Vacaria,05/06/1990
Autor: Paulo Furtado
,
O frio do inverno
E eu no quarto
Debaixo dos cobertores
Nos braços de uma mulher
Abraço no seu corpo nu
No calor dos seus braços
Eu sinto a paz
Sinto distante de tudo
Parece que estou no paraíso
No tesão do orgasmo
Eu sinto a força de um Deus
Sinto a força do universo
Como queria fica a vida toda abraçado no corpo nu de uma mulher
Sentir o calor do verão no inverno
Deitado com uma mulher
Fazendo sexo.
Vacaria,05/06/1990
Autor: Paulo Furtado
,
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Noites Tristes
Vivo noites tristes
Fico somente em casa,
Se foi a boemia
As grandes festas
Hoje vivo desempregado e sozinho,
Sinto falta de ver pessoas,
De ver gente bonita,
Somente vivo trancado as noites em casa,
Sem dinheiro,
Escrevo poesias e peças de teatro,
Sonho com a gata que me venha tirar da solidão
Da janela olho as estrelas
Me dá uma saudade estranha
De algum lugar e de alguma coisa que deixei no passado
Assim eu vivo de recordações do passado.
E triste trancado em casa vendo o mundo passar.
Vacaria RS, 20/05/1990
Autor: Paulo Furtado
Fico somente em casa,
Se foi a boemia
As grandes festas
Hoje vivo desempregado e sozinho,
Sinto falta de ver pessoas,
De ver gente bonita,
Somente vivo trancado as noites em casa,
Sem dinheiro,
Escrevo poesias e peças de teatro,
Sonho com a gata que me venha tirar da solidão
Da janela olho as estrelas
Me dá uma saudade estranha
De algum lugar e de alguma coisa que deixei no passado
Assim eu vivo de recordações do passado.
E triste trancado em casa vendo o mundo passar.
Vacaria RS, 20/05/1990
Autor: Paulo Furtado
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Verde de Amor
O homem hoje destrói a natureza
As motos-serras derrubam as árvores
Os carros das fábricas poluem o ar
Detritos químicos poluem os rios
A natureza começa a ser atacada
A fauna é caçada implacavelmente
Não tem mais às árvores
Não temos mais os rios
Não temos mais o ar puro
Não temos mais os animais
Não vejo mais você
Não posso mais ti amar escondido no meio do mato
Não posso mais tomar banho de rio contigo
Não posso mais respirar o ar puro
Não posso mais andar com os meus amigos animais
Queria ser livre poder ver o mar
Andar nu contigo pela mata virgem
Sentir o teu corpo lindo
E acariciar e beijar todo teu corpo
Hoje nós vemos o nosso palco verde
Que é a natureza ecológica
Ser tombada pelos homens de paleto
Trancado no palco dos gabinetes e dos computadores.
Um dia eu quero estar longe da terra
E a onde eu estiver quero estar no meio de mato
para te beijar e sentir o verde de amor.
Vacaria, 05/06/1990
Autoria: Paulo Furtado
As motos-serras derrubam as árvores
Os carros das fábricas poluem o ar
Detritos químicos poluem os rios
A natureza começa a ser atacada
A fauna é caçada implacavelmente
Não tem mais às árvores
Não temos mais os rios
Não temos mais o ar puro
Não temos mais os animais
Não vejo mais você
Não posso mais ti amar escondido no meio do mato
Não posso mais tomar banho de rio contigo
Não posso mais respirar o ar puro
Não posso mais andar com os meus amigos animais
Queria ser livre poder ver o mar
Andar nu contigo pela mata virgem
Sentir o teu corpo lindo
E acariciar e beijar todo teu corpo
Hoje nós vemos o nosso palco verde
Que é a natureza ecológica
Ser tombada pelos homens de paleto
Trancado no palco dos gabinetes e dos computadores.
Um dia eu quero estar longe da terra
E a onde eu estiver quero estar no meio de mato
para te beijar e sentir o verde de amor.
Vacaria, 05/06/1990
Autoria: Paulo Furtado
Caminhando Numa Tarde de Inverno
Caminhando solitário
Numa tarde de inverno
Caminho com o vento forte
E as folhas das árvores
Sendo levadas pelo vento frio
Sozinho medito sob o sol forte do inverno
O céu azul
Me dá uma tristeza
Uma saudade de alguém que está longe
Tento superar os meus problemas
Tento esquecer alguém que me fez sofrer
Só a tranquilidade e a cabeça fria
Para refletir e analisar as consequencias de tudo que aconteceu
Vou caminhando sob o inverno frio e triste
caminhando buscando esperança e felicidade.
Vacaria RS 22/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
Numa tarde de inverno
Caminho com o vento forte
E as folhas das árvores
Sendo levadas pelo vento frio
Sozinho medito sob o sol forte do inverno
O céu azul
Me dá uma tristeza
Uma saudade de alguém que está longe
Tento superar os meus problemas
Tento esquecer alguém que me fez sofrer
Só a tranquilidade e a cabeça fria
Para refletir e analisar as consequencias de tudo que aconteceu
Vou caminhando sob o inverno frio e triste
caminhando buscando esperança e felicidade.
Vacaria RS 22/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Inverno
O inverno chegou
Com ele o frio
O sol triste
Às árvores derrubam suas folhas
A gente fica mais retraído
Começamos a vestir roupas pesadas
Queria tanto estar contigo
Numa cabana
Na frente da lareira
Abraçado contigo,
Tomando vinho,
Queria poder ti ver nua
Acariciar o teu corpo todo
E te beijar com o calor do verão no inverno
Sinto saudade de tanta coisa
Ouço uma música suave
Tocar no ar
E sei que você está tão longe
Olho as estrelas que surgem no fim de tarde
E sinto que meu coração está no céu junto das estrelas.
Vacaria RS, 21/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
Com ele o frio
O sol triste
Às árvores derrubam suas folhas
A gente fica mais retraído
Começamos a vestir roupas pesadas
Queria tanto estar contigo
Numa cabana
Na frente da lareira
Abraçado contigo,
Tomando vinho,
Queria poder ti ver nua
Acariciar o teu corpo todo
E te beijar com o calor do verão no inverno
Sinto saudade de tanta coisa
Ouço uma música suave
Tocar no ar
E sei que você está tão longe
Olho as estrelas que surgem no fim de tarde
E sinto que meu coração está no céu junto das estrelas.
Vacaria RS, 21/05/1990
Autoria: Paulo Furtado
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