quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
A Solidão e Saudade
Sinto saudade de casa,
das ruas de minha terra,
No porto aprendi amar
A ser alguém mais humano e maduro,
O vento que vem do rio é muito forte,
Arrasta arvores, casas e corações,
Depois do temporal vem a Bonanza,
A chuva forte vem o sol radiante,
Não sei porque terminamos tudo,
Sei lá porque ti amei tanto,
Lutei tanto para ti encontrar nos braços de outro,
Sozinho eu ando e me pergunto,
Já faz tanto tempo, que não olho as estrelas e nem o por do sol,
Tudo terminou e tudo começará novamente,
Novas ideias e novas amizades, novos amores,
Novos inimigos e novos rancores,
Um dia tudo terá um fim, espero ter aprendido uma grande lição de vida.
somente dei valor a tua amizade quando ti perdi,
Autor: Paulo Furtado
Porto Alegre, Julho de 1999
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Saudade de Alguém Sem Destino, Chamada Patricia
Como eu gostaria de voltar no tempo,
Viajar no passado,
Para ti encontrar de novo,
Faz tantos anos que não ti vejo,
Não sei se estás viva ou morta,
No Porto eu reflito olhando o Guaíba,
Lembro do passado olhando para o arco-íris,
A chuva me deprime pois sinto falta de você,
Patricia queria poder voltar a ti ver de novo,
Ti abraçar como nos bons tempos,
É triste não saber o que aconteceu contigo,
Talvez eu esteja no teu pensamento,
Fui o personagem da história da tua vida,
Sozinho nos bares, nas ruas, caminho,
Um intelectual, politico e boêmio,
Talvez tu lembre de mim como revolucionário,
Que odiava a burguesia e exaltava o proletariado,
Que saudade eu tenho do teu rostinho de criança, da tua pele bronzeada,
Não sei porque lembrei de ti, após tantos anos, que já se passaram algum tempo,
Talvez o tempo e a magia de Porto Alegre, explique esse fenômeno chamado saudade.
Autoria: Paulo Furtado
Porto Alegre 1999
Viajar no passado,
Para ti encontrar de novo,
Faz tantos anos que não ti vejo,
Não sei se estás viva ou morta,
No Porto eu reflito olhando o Guaíba,
Lembro do passado olhando para o arco-íris,
A chuva me deprime pois sinto falta de você,
Patricia queria poder voltar a ti ver de novo,
Ti abraçar como nos bons tempos,
É triste não saber o que aconteceu contigo,
Talvez eu esteja no teu pensamento,
Fui o personagem da história da tua vida,
Sozinho nos bares, nas ruas, caminho,
Um intelectual, politico e boêmio,
Talvez tu lembre de mim como revolucionário,
Que odiava a burguesia e exaltava o proletariado,
Que saudade eu tenho do teu rostinho de criança, da tua pele bronzeada,
Não sei porque lembrei de ti, após tantos anos, que já se passaram algum tempo,
Talvez o tempo e a magia de Porto Alegre, explique esse fenômeno chamado saudade.
Autoria: Paulo Furtado
Porto Alegre 1999
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Poema para Eliana
A loucura de estar só me faz pensar,
Porque fiz tantas loucuras,
Volto a pensar no passado, não sei porque
não ti quis,
Hoje estamos na meia idade,
Hoje os tempos são outros,
Estamos ficando mais velhos,
Tanta coisa aconteceu, somos amigos de tanto tempo
Como um marujo em alto mar procuro ti encontrar e buscar respostas,
Procuro um amor em cada porto, em cada bar,
Olho para trás e para frente, não ti encontro,
Será que você é uma ilusão,
Será que foi falso tudo o que imaginei,
O sol se põe no porto,
A noite as estrelas parecem iguais da minha terra,
Tenho um amor por outra cidade, estou no porto da alegria e da tristeza,
exilado no banco tomando cerveja, eu reflito
Olhando o por do sol com saudade de você,
Bêbado, volto para casa e sinto teu coração,
teu corpo e escuto tua voz e teu sotaque estranho,
Queria que fosse minha mulher,
Mas caio na realidade que tudo é uma ilusão, o meu destino é guerrear, lutar até
o fim para sobreviver e superar tudo,
Lutar contra as magoas e dores do passado
Do porto eu vivo intensamente, por aqui é o meu lugar e a minha terra.
Autor: Paulo Furtado
Porto Alegre 03/02/1999
Porque fiz tantas loucuras,
Volto a pensar no passado, não sei porque
não ti quis,
Hoje estamos na meia idade,
Hoje os tempos são outros,
Estamos ficando mais velhos,
Tanta coisa aconteceu, somos amigos de tanto tempo
Como um marujo em alto mar procuro ti encontrar e buscar respostas,
Procuro um amor em cada porto, em cada bar,
Olho para trás e para frente, não ti encontro,
Será que você é uma ilusão,
Será que foi falso tudo o que imaginei,
O sol se põe no porto,
A noite as estrelas parecem iguais da minha terra,
Tenho um amor por outra cidade, estou no porto da alegria e da tristeza,
exilado no banco tomando cerveja, eu reflito
Olhando o por do sol com saudade de você,
Bêbado, volto para casa e sinto teu coração,
teu corpo e escuto tua voz e teu sotaque estranho,
Queria que fosse minha mulher,
Mas caio na realidade que tudo é uma ilusão, o meu destino é guerrear, lutar até
o fim para sobreviver e superar tudo,
Lutar contra as magoas e dores do passado
Do porto eu vivo intensamente, por aqui é o meu lugar e a minha terra.
Autor: Paulo Furtado
Porto Alegre 03/02/1999
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Reflexão da Sereia
Meu coração é um porto,
Onde vários navios atracaram,
Vários amores passaram por ele,
Quando chego na beira do rio, sinto a força
da Iemanjá sobre mim,
Voltei da minha cidade para o exílio,
Vivo das lembranças do passado,
Sonho um dia recuperar o amor que perdi,
luto para esquecer as magoas e traições
Mas não consigo,
procuro um novo amor mas não sou correspondido,
Ando pelas ruas a noite no Porto, procuro amores
nas esquinas e nos bares, mas não encontro,
Ando como um beduíno no deserto a procura de um oásis, mas só encontro miragem,
Queria voltar ao passado e consertar os erros,
mas é impossível voltar,
Sonho com uma vida melhor, com um amor
verdadeiro, com uma companheira e amante de verdade,
Mas parece que tudo está longe,
O tempo passou tão rápido parece que é sonho mas estou aqui no porto exilado do meu passado e procurando um futuro melhor,
Um dia espero que tudo seja superado
E eu possa navegar pelas estrelas e ver o por do sol na beira do Guaíba e sonhar em ir para o paraíso eterno das deusas dos rios e das sereias lindas nuas me abraçando e me tratando como um rei.
Autor:Paulo Furtado
Porto Alegre 02/02/1999
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
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