Chove lá fora,
E eu aqui da janela do meu quarto
Vejo a chuva de verão cair de fininho no chão,
Escuto uma música do passado,
Lembro do meu tempo de adolescente,
Que saudade eu tenho dos anos 70 e 80,
Minha amiga Magda,
Como eu queria poder te contar um pouco da minha vida,
Poder desabafar com alguém o que eu sinto,
vi tantas coisas durante esses 22 anos de vida,
Conheci tanta gente, amei muitas mulheres,
Caminho sozinho pelas ruas o sol reflete no meu rosto, os seus raios,
Olho pro céu azul sinto uma saudade muito grande da mulher que mais amei nesse mundo,
Mas lembro que hoje ela está casada e nem se lembra mais de mim,
Procuro amar uma mulher, mas elas não gostam de mim,
Saio pelas ruas e as mulheres passam por mim e nem me olham,
Poucas vezes me elogiaram,
E poucas vezes as mulheres me acharam bonito,
Olho para o espelho e me pergunto porque será que nenhuma mulher que eu gosto não me ama?
Eu não sou tão feio assim
Minha amiga Magda as vezes olho para você e me lembro da mulher que amei a muitos anos atrás,
Que coisa engraçada que você se parece muito com ela,
Minha amiga Magda acho que você nunca mais irá ver o seu amigo,
Uma luz vem em minha direção os Deuses do espaço sideral vieram me levar para o reino de Jesus Cristo,
Daqui de cima eu lembrarei de todas as pessoas que me trataram com carinho e respeito,
Estou voando bem alto ao encontro da Estrela Dalva onde irei morar eternamente para nunca mais retornar ao mundo terreno.
Autor: Paulo Furtado 17/12/1986
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Quero Paz
O verão vem chegando e com ele toda a beleza da estação,
Me sinto sozinho,
Olho para o céu azul
Olho para as casas e para os prédios,
Caminho pelas ruas tentando esquecer os meus problemas,
Quero viver a vida em paz,
Viver livre,
Poder sair a hora que eu quero,
Ir nos lugares que eu quiser,
Mas ninguém compreende isso,
Querem sempre tentar ferir e me humilhar os meus sentimentos e as minhas ideias,
As pessoas hoje em dia nos valorizam pelo nosso dinheiro e pela roupas que a gente veste,
Gostaria tanto de ir embora dessa cidade encontrara paz numa cidadezinha praiana de Santa Catarina ou da Bahia,
Ou um lugar muito bonito e semelhante a Itapuã,
Gostaria tanto de poder correr na areia,
Dar um mergulho no mar,
Viver em paz e tranquilo
Poder ter uma casinha na beira do mar,
Ter muitos amigos,
Uma bonita mulher do meu lado,
Poder tocar violão,
Viver num paraíso na terra,
Hoje eu sinto que tudo isso é sonho,
Estou aqui com os meus problemas,
Tentando sair da solidão,
Sofrendo as cargas negativas dos meus inimigos e dos falsos amigos,
Saio nas ruas olho as "gatinhas" que passam por mim e nem me dão bola,
Olho para o espelho sinto que não sou tão feio para nenhuma mulher me desprezar,
Estou muito cansado de tanta neurose,
De tanto conselhos falsos,
Estou farto de tudo,
Quero liberdade,
Quero viver intensamente todos os momentos,
Quero poder beijar a minha amada e abraça-la fortemente,
Quero uma praia para poder viver
Quero paz,
Quero encontrar Deus,
Olho para o horizonte e vejo uma ave voando em direção do por do sol e sinto que um dia minha alma voará para o encontro do paraiso que tanto procuro e desejo,
Autor: Paulo Furtado 08/11/1986
Me sinto sozinho,
Olho para o céu azul
Olho para as casas e para os prédios,
Caminho pelas ruas tentando esquecer os meus problemas,
Quero viver a vida em paz,
Viver livre,
Poder sair a hora que eu quero,
Ir nos lugares que eu quiser,
Mas ninguém compreende isso,
Querem sempre tentar ferir e me humilhar os meus sentimentos e as minhas ideias,
As pessoas hoje em dia nos valorizam pelo nosso dinheiro e pela roupas que a gente veste,
Gostaria tanto de ir embora dessa cidade encontrara paz numa cidadezinha praiana de Santa Catarina ou da Bahia,
Ou um lugar muito bonito e semelhante a Itapuã,
Gostaria tanto de poder correr na areia,
Dar um mergulho no mar,
Viver em paz e tranquilo
Poder ter uma casinha na beira do mar,
Ter muitos amigos,
Uma bonita mulher do meu lado,
Poder tocar violão,
Viver num paraíso na terra,
Hoje eu sinto que tudo isso é sonho,
Estou aqui com os meus problemas,
Tentando sair da solidão,
Sofrendo as cargas negativas dos meus inimigos e dos falsos amigos,
Saio nas ruas olho as "gatinhas" que passam por mim e nem me dão bola,
Olho para o espelho sinto que não sou tão feio para nenhuma mulher me desprezar,
Estou muito cansado de tanta neurose,
De tanto conselhos falsos,
Estou farto de tudo,
Quero liberdade,
Quero viver intensamente todos os momentos,
Quero poder beijar a minha amada e abraça-la fortemente,
Quero uma praia para poder viver
Quero paz,
Quero encontrar Deus,
Olho para o horizonte e vejo uma ave voando em direção do por do sol e sinto que um dia minha alma voará para o encontro do paraiso que tanto procuro e desejo,
Autor: Paulo Furtado 08/11/1986
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Mundo Cruel
Os homens fazem armas atómicas a toda hora,
Crianças em todo mundo passam fome e comem lixo pelas ruas,
Pais brigam com os filhos,
Países entram em guerra,
Toda hora homens e mulheres são violentados sexualmente,
A toda hora matam seres humanos,
A natureza é destruída e o homem constroe faraónicos edifícios e usina atómicas e hidreeletricas,
Os jovens consome drogas e morrem a toda hora,
A toda hora os políticos fazem promessas para enganar o povo,
O trabalhador nesse continente continua se "matando" e vendo o seu trabalho sendo desvalorizado pelos poderosos,
Os imperialistas continuam ditando ordens no mundo,
A sociedade a cada dia que passa continua sendo mais materialista,
A repressão policial continua sendo severa para aqueles que lutam pelos seus direitos e pelo um mundo melhor,
O mundo evolui cada vez mais
Os anos passam mais depressa
O amor entre o homem e a mulher virou capitalista,
Só o homem que possui um bom carro se veste bem e tem muito dinheiro e que tem a preferência das mulheres bonitas,
O ano 2000 está chegando, Cristo está quase retornando a terra quem sabe para novamente mudar esse mundo injusto,
Apesar que o mundo poderia ser um paraíso se todo o ser humano respeitasse as leis de Deus e vivesse um pouco mais o que Cristo pregou,
Saio de moto pelas ruas da cidade,
Vejo o horizonte o sol está desaparecendo
O céu como aquele azul especial de fim de tarde aparece uma estrela solitária,
Olho para ela sinto que um dia eu vou para o encontro dela me encontrar com Jesus de Nazaré
Autor: Paulo Furtado 30/10/1986
Crianças em todo mundo passam fome e comem lixo pelas ruas,
Pais brigam com os filhos,
Países entram em guerra,
Toda hora homens e mulheres são violentados sexualmente,
A toda hora matam seres humanos,
A natureza é destruída e o homem constroe faraónicos edifícios e usina atómicas e hidreeletricas,
Os jovens consome drogas e morrem a toda hora,
A toda hora os políticos fazem promessas para enganar o povo,
O trabalhador nesse continente continua se "matando" e vendo o seu trabalho sendo desvalorizado pelos poderosos,
Os imperialistas continuam ditando ordens no mundo,
A sociedade a cada dia que passa continua sendo mais materialista,
A repressão policial continua sendo severa para aqueles que lutam pelos seus direitos e pelo um mundo melhor,
O mundo evolui cada vez mais
Os anos passam mais depressa
O amor entre o homem e a mulher virou capitalista,
Só o homem que possui um bom carro se veste bem e tem muito dinheiro e que tem a preferência das mulheres bonitas,
O ano 2000 está chegando, Cristo está quase retornando a terra quem sabe para novamente mudar esse mundo injusto,
Apesar que o mundo poderia ser um paraíso se todo o ser humano respeitasse as leis de Deus e vivesse um pouco mais o que Cristo pregou,
Saio de moto pelas ruas da cidade,
Vejo o horizonte o sol está desaparecendo
O céu como aquele azul especial de fim de tarde aparece uma estrela solitária,
Olho para ela sinto que um dia eu vou para o encontro dela me encontrar com Jesus de Nazaré
Autor: Paulo Furtado 30/10/1986
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Paulo Furtado: Como é Bom ser Jovem
Paulo Furtado: Como é Bom ser Jovem: "As vezes paro para pensar Sinto como é bom ser jovem Poder ver a vida diferente Com muitos sonhos e esperanças Viver a vida com alegria ..."
Como é Bom ser Jovem
As vezes paro para pensar
Sinto como é bom ser jovem
Poder ver a vida diferente
Com muitos sonhos e esperanças
Viver a vida com alegria e otimismo
Ir a praia surfar nas ondas
Dançar nas boates,
Tocar violão, jogar futebol e paquerar as "gatinhas" na praça,
Voar de asa delta,
Vou correndo pelas ruas da cidade
Vejo aquela "gatinha" caminhando no calçadão,
Seus cabelos loiros se agitam com o vento,
Seu rosto de princesa encantam o meu coração
Como eu queria poder abraça-la bem apertado e beijar os seus lábios,
Ama-la como eu nunca amei antes,
Sua mini-saia justa nos quadris me deixam louco,
Seus olhos verdes me fazem sentir uma sensação estranha,
Tento me aproximar dela mas ela não liga para mim,
Talvez ela seja muito infantil para mim mas eu gosto dela mesmo assim,
Sinto que devo viver intensamente todos os momentos da minha vida,
Sei que qualquer hora ou mês irei para o paraíso celeste,
Sou u jovem solitário sem amigos, sem namorada, sem pais e sem parentes,
Assim eu me sinto sozinho no mundo
Esperando um dia que a "gatinha" me ame e compreenda os meus sentimentos.
Autor: Paulo Furtado 30/10/1986
Sinto como é bom ser jovem
Poder ver a vida diferente
Com muitos sonhos e esperanças
Viver a vida com alegria e otimismo
Ir a praia surfar nas ondas
Dançar nas boates,
Tocar violão, jogar futebol e paquerar as "gatinhas" na praça,
Voar de asa delta,
Vou correndo pelas ruas da cidade
Vejo aquela "gatinha" caminhando no calçadão,
Seus cabelos loiros se agitam com o vento,
Seu rosto de princesa encantam o meu coração
Como eu queria poder abraça-la bem apertado e beijar os seus lábios,
Ama-la como eu nunca amei antes,
Sua mini-saia justa nos quadris me deixam louco,
Seus olhos verdes me fazem sentir uma sensação estranha,
Tento me aproximar dela mas ela não liga para mim,
Talvez ela seja muito infantil para mim mas eu gosto dela mesmo assim,
Sinto que devo viver intensamente todos os momentos da minha vida,
Sei que qualquer hora ou mês irei para o paraíso celeste,
Sou u jovem solitário sem amigos, sem namorada, sem pais e sem parentes,
Assim eu me sinto sozinho no mundo
Esperando um dia que a "gatinha" me ame e compreenda os meus sentimentos.
Autor: Paulo Furtado 30/10/1986
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A primavera vem chegando,
As flores começam a desabrochar,
Os pássaros voam em bando pelos céus,
As folhas das árvores começam a brotar,
As pessoas começam a se amar intensamente,
Eu mais uma vez começo a ver primavera chegar na solidão,
Reflito e começo a pensar em tudo que passou,
Que engraçado na vida a gente vive se despedindo de tudo,
Vou para as boates luzes refletem intensamente no meu rosto o som da música zune nos meus ouvidos,
Olho para as garotas que não me olham,
Mas não sinto nada pois elas e por mulher nenhuma,
Desaprendi a amar uma mulher,
Continuo como sempre como estive em toda minha juventude só sem garotas e sem amigos,
Continuo a esperar o dia em que eu posso encontrar a mulher, a Deusa da minha vida,
Vou para longe do centro da cidade para ver o por do sol,
Fico no alto do morro vendo de longe os imensos arranha céus,
Lembro daquela "gatinha "que conheci na primavera há quatro anos atrás,
Não sei onde ela anda,
Sinto saudade muito grande dela,
Como eu queria poder beija-la e acariciar o seu corpo todo,
Mas infelizmente ela não me amava,
Tenho certeza de uma coisa nunca mais voltarei a vê-la novamente,
Volto a pensar nas coisas que eu tenho que fazer,
Vou de peito aberto voltar para a batalha do dia a dia,
Tentando vencer na vida e quem sabe um dia poder ser feliz ao lado de uma mulher que ame e seja amada por mim.
25/09/1986 autoria: Paulo Furtado
As flores começam a desabrochar,
Os pássaros voam em bando pelos céus,
As folhas das árvores começam a brotar,
As pessoas começam a se amar intensamente,
Eu mais uma vez começo a ver primavera chegar na solidão,
Reflito e começo a pensar em tudo que passou,
Que engraçado na vida a gente vive se despedindo de tudo,
Vou para as boates luzes refletem intensamente no meu rosto o som da música zune nos meus ouvidos,
Olho para as garotas que não me olham,
Mas não sinto nada pois elas e por mulher nenhuma,
Desaprendi a amar uma mulher,
Continuo como sempre como estive em toda minha juventude só sem garotas e sem amigos,
Continuo a esperar o dia em que eu posso encontrar a mulher, a Deusa da minha vida,
Vou para longe do centro da cidade para ver o por do sol,
Fico no alto do morro vendo de longe os imensos arranha céus,
Lembro daquela "gatinha "que conheci na primavera há quatro anos atrás,
Não sei onde ela anda,
Sinto saudade muito grande dela,
Como eu queria poder beija-la e acariciar o seu corpo todo,
Mas infelizmente ela não me amava,
Tenho certeza de uma coisa nunca mais voltarei a vê-la novamente,
Volto a pensar nas coisas que eu tenho que fazer,
Vou de peito aberto voltar para a batalha do dia a dia,
Tentando vencer na vida e quem sabe um dia poder ser feliz ao lado de uma mulher que ame e seja amada por mim.
25/09/1986 autoria: Paulo Furtado
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Neurose do Mundo
Caminhando pela estrada olho o por do sol,
Começo a pensar no mundo em que eu vivo,
Penso a gente trabalha, fica nervoso e tenso,
Ganho pouco, vivo só sem amigos e namorada,
Correndo como um louco de casa para o serviço,
A gente tenta ser um bom sujeito,
Tenta ajudar e ser amigos dos outros,
Só recebo agressão e traição,
Eu aprendi muito com a vida e ainda estou aprendendo,
Eu tentei ser bom, ser amigo de todo mundo mas ninguém foi bom e não quiseram ser meus amigos,
Ajudei todo mundo, na hora em que precisei de ajuda ninguém me ajudou,
Não quero por a culpa nos outros pelos meus erros e fracassos,
Eu sou assim rebelde, agressivo e desumano porque as pessoas não me trataram com carinho,
Eu busco a felicidade, sonho em um dia poder ser feliz e despachar para longe as minhas neuroses,
Eu gostaria tanto de ir para um outro mundo,
De gente sensível, amável e amiga,
Gostaria de poder correr pela praia e abraçar a mulher dos meus sonhos com toda força,
Poder beijar o seu corpo todo,
Poder acariciar os seus quadris,
Mas enquanto eu não encontro a mulher que eu sonho,
Fico sonhando e olhando para o por do sol esperando a morte chegar,
16/08/1986 Autor: Paulo Furtado
Começo a pensar no mundo em que eu vivo,
Penso a gente trabalha, fica nervoso e tenso,
Ganho pouco, vivo só sem amigos e namorada,
Correndo como um louco de casa para o serviço,
A gente tenta ser um bom sujeito,
Tenta ajudar e ser amigos dos outros,
Só recebo agressão e traição,
Eu aprendi muito com a vida e ainda estou aprendendo,
Eu tentei ser bom, ser amigo de todo mundo mas ninguém foi bom e não quiseram ser meus amigos,
Ajudei todo mundo, na hora em que precisei de ajuda ninguém me ajudou,
Não quero por a culpa nos outros pelos meus erros e fracassos,
Eu sou assim rebelde, agressivo e desumano porque as pessoas não me trataram com carinho,
Eu busco a felicidade, sonho em um dia poder ser feliz e despachar para longe as minhas neuroses,
Eu gostaria tanto de ir para um outro mundo,
De gente sensível, amável e amiga,
Gostaria de poder correr pela praia e abraçar a mulher dos meus sonhos com toda força,
Poder beijar o seu corpo todo,
Poder acariciar os seus quadris,
Mas enquanto eu não encontro a mulher que eu sonho,
Fico sonhando e olhando para o por do sol esperando a morte chegar,
16/08/1986 Autor: Paulo Furtado
Assinar:
Postagens (Atom)