Que coisa engraçada quando ti abraço
E ti beijo parece que somos imortais
Nos teus braços me sinto acolhido
Sinto a energia que vem dentro de você
Quando beijo você me sinto flutuando no universo
Quando olho para tua carinha de criança
Cada vez ti amo mais
Queria tanto poder ver o por do sol contigo,
Gostaria de amanhã abraçado contigo na cama
e ver o sol bater na janela do nosso quarto
Queria transar sempre contigo
E sentir a força do teu amor
Quando caio na realidade fico em duvida que você será minha
Vivo sofrendo caminhando igual um animal ferido que busca abrigo
E eu busco estar nos braços da mulher que amo
Mas sei que é impossível
Autor: Paulo Furtado
Vacaria, 08 de Novembro de 1990
terça-feira, 26 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Juventude
No meio da estrada caminham
Aquela multidão de jovens
Todos rebeldes
Como os hippies em 60
Os punks e Darks em 80
Vestem calças jeans
E falam gírias
São reprimidos e taxados de marginais
pelos conservadores
Buscam revolucionar o mundo
com suas idéias de paz e amor
Eles vivem diferentes
E querem praticar o amor livre
Fumar maconha e cheirar cocaína
Buscam a liberdade
Nos campos e matos
Vivem ao redor do fogo de madrugada tocando violão
Eles querem um mundo novo
E uma sociedade justa e livre
Por isso não são compreendidos
Eles odeiam a violência
E as regras da sociedade burguesa
Eles estão certos
Porque sonham e sabem que um dia
Talvez há anos luzes seus sonhos serão realidade.
Autor: Paulo Furtado
Vacaria, 05/11/1990
Aquela multidão de jovens
Todos rebeldes
Como os hippies em 60
Os punks e Darks em 80
Vestem calças jeans
E falam gírias
São reprimidos e taxados de marginais
pelos conservadores
Buscam revolucionar o mundo
com suas idéias de paz e amor
Eles vivem diferentes
E querem praticar o amor livre
Fumar maconha e cheirar cocaína
Buscam a liberdade
Nos campos e matos
Vivem ao redor do fogo de madrugada tocando violão
Eles querem um mundo novo
E uma sociedade justa e livre
Por isso não são compreendidos
Eles odeiam a violência
E as regras da sociedade burguesa
Eles estão certos
Porque sonham e sabem que um dia
Talvez há anos luzes seus sonhos serão realidade.
Autor: Paulo Furtado
Vacaria, 05/11/1990
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Semente do Socialismo
A gente que luta dia após dia
Pela essa nova sociedade chamada socialismo
A gente que leva pau nas greves
A gente que sai nas ruas gritando palavra de ordem
A gente que ama
A gente procura entender as pessoas e aprender com seus modos de vida,
A gente que se dedica horas e horas de estudo para mudar o mundo
A gente que de sol a sol trabalha e vê o salário pouco no fim do mês
A gente que quer fazer de massa de manobra
E somente servimos para sustentar o patrão
A gente sabe que somos semente para essa geração que vem atrás
Que vão seguir e colher o frutos de nossa luta
Nós sabemos que não vamos ver a sociedade que desejamos
Mas os nossos filhos,netos e outra geração que virá
Irá ver a nova sociedade
Nós somos história
Nós o povo somos os atores principais do teatro da vida.
E sabemos que um dia chegará o último ato e que as cortinas se fecharão
E novos atores assumiram a peça da vida
Como disse no circo
O espetáculo não pode parar
E a luta pela nova sociedade não pode parar.
Vacaria RS, 04/11/1990
Autor: Paulo Furtado
Pela essa nova sociedade chamada socialismo
A gente que leva pau nas greves
A gente que sai nas ruas gritando palavra de ordem
A gente que ama
A gente procura entender as pessoas e aprender com seus modos de vida,
A gente que se dedica horas e horas de estudo para mudar o mundo
A gente que de sol a sol trabalha e vê o salário pouco no fim do mês
A gente que quer fazer de massa de manobra
E somente servimos para sustentar o patrão
A gente sabe que somos semente para essa geração que vem atrás
Que vão seguir e colher o frutos de nossa luta
Nós sabemos que não vamos ver a sociedade que desejamos
Mas os nossos filhos,netos e outra geração que virá
Irá ver a nova sociedade
Nós somos história
Nós o povo somos os atores principais do teatro da vida.
E sabemos que um dia chegará o último ato e que as cortinas se fecharão
E novos atores assumiram a peça da vida
Como disse no circo
O espetáculo não pode parar
E a luta pela nova sociedade não pode parar.
Vacaria RS, 04/11/1990
Autor: Paulo Furtado
Repressão
A sociedade que nos impõe modelos e regras
A sociedade sempre foi repressora e cruel com as pessoas que buscam uma vida alternativa
Os grandes chefes com seus privilégios reprimem o povo e fazendo sofrerem cada vez mais,
As pessoas tem que se obrigarem a fazer coisas impostas por ditadores,
Eu me rebelo contra tudo isso
Por isso sou reprimido como os meus demais companheiros
Tanta gente morreu em busca dessa utopia que é da sociedade justa, fraterna e igualitária,
Os ditadores buscam ficar no poder a todo custo,
Mandam baixar o pau em cada manifestação contra seus governos,
Esses ditadores não sabem o que é democracia
Ando pela estrada olhando o Arco-Íris depois da chuva,
Queria tanto ultrapassa-lo e ver o que tem depois dele
Queria poder amar a minha menina livremente
Poder conversar com as pessoas democraticamente
Queria que os homens se respeitassem como seres humanos e não buscassem se separar por regras e moldes da sociedade burguesa.
Queria poder viver em paz tomando cerveja tocando meu violão, escrevendo meus poemas e amando muito,
Quem sabe um dia eu possa viver dessa maneira,
Quem sabe depois do Arco-Íris eu encontrei a paz e a nova sociedade que tenho buscado.
Autor: Paulo Furtado
04/11/1990 Vacaria RS
A sociedade sempre foi repressora e cruel com as pessoas que buscam uma vida alternativa
Os grandes chefes com seus privilégios reprimem o povo e fazendo sofrerem cada vez mais,
As pessoas tem que se obrigarem a fazer coisas impostas por ditadores,
Eu me rebelo contra tudo isso
Por isso sou reprimido como os meus demais companheiros
Tanta gente morreu em busca dessa utopia que é da sociedade justa, fraterna e igualitária,
Os ditadores buscam ficar no poder a todo custo,
Mandam baixar o pau em cada manifestação contra seus governos,
Esses ditadores não sabem o que é democracia
Ando pela estrada olhando o Arco-Íris depois da chuva,
Queria tanto ultrapassa-lo e ver o que tem depois dele
Queria poder amar a minha menina livremente
Poder conversar com as pessoas democraticamente
Queria que os homens se respeitassem como seres humanos e não buscassem se separar por regras e moldes da sociedade burguesa.
Queria poder viver em paz tomando cerveja tocando meu violão, escrevendo meus poemas e amando muito,
Quem sabe um dia eu possa viver dessa maneira,
Quem sabe depois do Arco-Íris eu encontrei a paz e a nova sociedade que tenho buscado.
Autor: Paulo Furtado
04/11/1990 Vacaria RS
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Novas Emoções
Não sei mas ando sentindo algo estranho
Parece que com a chegada da Primavera
Estou mudando
Estou me sentindo mais leve
E com uma grande vontade de amar
Olho para o céu e sinto uma felicidade estranha,
Quando ti abraço e te beijo gosto mais de ti,
A gente se ama sem compromisso
Estou reconhecendo que te perdi de vez
Sei que tu anda nos braços de outros,
Aceito o teu modo de viver
A tua vida de prostituta
Caminho pelas ruas da cidade
com o coração leve e tranquilo
Parece que sinto que algo de bom esta vindo
para mim
Espero que seja a chegada de um novo amor
Olho o sol se por
E no vermelho do céu
E sinto que o amanhã será bom
E um novo dia chegará
E que alguém me ame
E deixe o meu coração feliz.
Autor: Paulo Furtado
04/11/1990
Parece que com a chegada da Primavera
Estou mudando
Estou me sentindo mais leve
E com uma grande vontade de amar
Olho para o céu e sinto uma felicidade estranha,
Quando ti abraço e te beijo gosto mais de ti,
A gente se ama sem compromisso
Estou reconhecendo que te perdi de vez
Sei que tu anda nos braços de outros,
Aceito o teu modo de viver
A tua vida de prostituta
Caminho pelas ruas da cidade
com o coração leve e tranquilo
Parece que sinto que algo de bom esta vindo
para mim
Espero que seja a chegada de um novo amor
Olho o sol se por
E no vermelho do céu
E sinto que o amanhã será bom
E um novo dia chegará
E que alguém me ame
E deixe o meu coração feliz.
Autor: Paulo Furtado
04/11/1990
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Na Solidão da Primavera
Como eu queria ser u Deus
E mudar os nossos destinos
Queria poder ter você junto de mim
Te abraçar e sentir o calor do teu corpo
E os nossos corpos suados rolando na cama
Te acariciar o teu corpo nu
Queria que você me amasse e me desejasse
O sol se põe
E da distância do horizonte
Eu sinto um ar agradável de um fim
de tarde da Primavera
Ando na noite
Sozinho e angustiado
Na solidão da boemia observo às estrelas
com um copo na mão sinto falta de você
Sinto falta do teu corpo
Do teu olhar lindo de criança
Não sei o que irá acontecer entre nós
Mas de uma coisa sei
A tristeza de saber que você
nunca será minha
Dói no meu peito
Como um punhal enterrado
Na solidão da Primavera
Sinto o perfume das flores
Que é o mesmo do teu corpo e do teu beijo
Caminho por estradas perigosas
Em busca de alguém
ou de um amor que jamais
saberei se um dia encontrarei
Vacaria, 30/10/1990
Autoria: Paulo Furtado
E mudar os nossos destinos
Queria poder ter você junto de mim
Te abraçar e sentir o calor do teu corpo
E os nossos corpos suados rolando na cama
Te acariciar o teu corpo nu
Queria que você me amasse e me desejasse
O sol se põe
E da distância do horizonte
Eu sinto um ar agradável de um fim
de tarde da Primavera
Ando na noite
Sozinho e angustiado
Na solidão da boemia observo às estrelas
com um copo na mão sinto falta de você
Sinto falta do teu corpo
Do teu olhar lindo de criança
Não sei o que irá acontecer entre nós
Mas de uma coisa sei
A tristeza de saber que você
nunca será minha
Dói no meu peito
Como um punhal enterrado
Na solidão da Primavera
Sinto o perfume das flores
Que é o mesmo do teu corpo e do teu beijo
Caminho por estradas perigosas
Em busca de alguém
ou de um amor que jamais
saberei se um dia encontrarei
Vacaria, 30/10/1990
Autoria: Paulo Furtado
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Poema para Terezinha
Na calada da noite
Eu ando bêbado
Em delírio só vejo na minha frente os rostos dos amores antigos,
Olhando as estrelas eu sinto uma saudade do passado,
Me dá uma vontade de estar com alguém
Amando deusas, fadas e princesas da noite
Eu viajo pelos astros e planetas,
Sentindo uma solidão
Chegando o dia com o sol forte e radiante
Vejo você
Linda como uma deusa do cosmo infinito
Seu sorriso lindo de rainha
Seu corpo de Vênus
Me dá uma vontade de te abraçar e te beijar
O dia inteiro
Queria tanto ter você ao meu lado
Mas sei que é impossível
Amo outra pessoa que não me ama
Vivo um amor impossível por outra deusa
Queria tanto que o tempo parasse
E eu pudesse te levar para praia mais linda desse planeta,
Queria ser o sol para brilhar na janela do teu quarto
Queria ser o vento para tocar no teu rosto lindo
Teus olhos lindos da cor do mar te deixam mais bela que Afrodite
Teu caminhar elegante de rainha me faz te querer muito mais,
Terezinha ando sozinho em sonhos e realidade
Busco um amor de verdade
Busco um dia encontrar a minha companheira depois do Arco-Íris,
Olho o céu azul e sinto que não sou nada
Sinto que sou um simples mortal idiota
Que busca encontrar um dia o grande amor de sua vida.
Autoria: Paulo Furtado
Vacaria, 25/10/1990
Eu ando bêbado
Em delírio só vejo na minha frente os rostos dos amores antigos,
Olhando as estrelas eu sinto uma saudade do passado,
Me dá uma vontade de estar com alguém
Amando deusas, fadas e princesas da noite
Eu viajo pelos astros e planetas,
Sentindo uma solidão
Chegando o dia com o sol forte e radiante
Vejo você
Linda como uma deusa do cosmo infinito
Seu sorriso lindo de rainha
Seu corpo de Vênus
Me dá uma vontade de te abraçar e te beijar
O dia inteiro
Queria tanto ter você ao meu lado
Mas sei que é impossível
Amo outra pessoa que não me ama
Vivo um amor impossível por outra deusa
Queria tanto que o tempo parasse
E eu pudesse te levar para praia mais linda desse planeta,
Queria ser o sol para brilhar na janela do teu quarto
Queria ser o vento para tocar no teu rosto lindo
Teus olhos lindos da cor do mar te deixam mais bela que Afrodite
Teu caminhar elegante de rainha me faz te querer muito mais,
Terezinha ando sozinho em sonhos e realidade
Busco um amor de verdade
Busco um dia encontrar a minha companheira depois do Arco-Íris,
Olho o céu azul e sinto que não sou nada
Sinto que sou um simples mortal idiota
Que busca encontrar um dia o grande amor de sua vida.
Autoria: Paulo Furtado
Vacaria, 25/10/1990
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