No exílio do meu quarto e da casa onde eu moro no Porto,
Sinto uma saudade da minha cidade,
Escutando o som da Volúpia eu penso em voltar,
Sinto falta da Silvane,
Sinto falta dos amigos,
Queria voltar a beber com o La panca,
Tocar bateria nos circuitos de Rock,
Tomar chimarrão com o homem da nave,
Brigar com o PT,
Chorar e sentar na praça e ver a Catedral,
Sentir o frio abaixo de zero,
Beber e andar nas noites frias,
Sonhar que um dia a Silvane vai voltar para mim,
Ir no centro da Fátima,
Ver a Juliana e poder abraça-la,
De jogar futebol nas quadras,
De olhar o poro do sole e as estrelas que parecem
estão perto da gente apesar de anos-luzes de distancia,
Sei que nunca mais vou voltar do exílio, para casa
Sei que a minha terra é minha morada,
É aqui em Porto,
Que o Guaíba é a minha fonte de inspiração,
Que a luta e a guerra e a vitória é aqui
Sei que beijar teus lábios carnudos, Dircéia,
E abraça-la é a minha fonte de recuperação,
Sei que sua risada extrovertida,
Seus cabelos voando ao vento,
Seu jeito alegre e irritado é fascinante,
Sei que as noites quentes e as bebedeiras nos bares, a boêmia da minha vida é aqui em Porto,
E no mercado, no naval e nos bordéis de Porto,
Minha vida é aqui, é aqui eu vou morrer.
Porto Alegre, 13/09/1997
Autoria; Paulo Furtado
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Exílio no Porto
Nunca imaginei que a minha vida iria mudar,
Nunca sonhei que iria para o exílio no Porto,
Jamais esperei que viesse para o Porto aprender a vida,
Jamais esperei conhecer você,
Uma pessoa alegre, vibrante e bonita passaria no meu caminho,
A gente faz vários amigos pelo mundo,
Talvez um dia jamais a gente irá se ver,
Mas saiba que foi bom conviver contigo,
Que foi pouco tempo,
Os amigos que deixamos, boa impressão, a gente nunca esquece,
No Porto tento resolver os meus problemas do coração,
No Porto sou feliz e quero vencer,
Espero que um dia a gente se encontre e relembrarmos os colegas e amigos que fizemos no passado.
Um abraço amiga Dircéia.
Porto Alegre,10/07/1997
Autoria: Paulo Furtado
Nunca sonhei que iria para o exílio no Porto,
Jamais esperei que viesse para o Porto aprender a vida,
Jamais esperei conhecer você,
Uma pessoa alegre, vibrante e bonita passaria no meu caminho,
A gente faz vários amigos pelo mundo,
Talvez um dia jamais a gente irá se ver,
Mas saiba que foi bom conviver contigo,
Que foi pouco tempo,
Os amigos que deixamos, boa impressão, a gente nunca esquece,
No Porto tento resolver os meus problemas do coração,
No Porto sou feliz e quero vencer,
Espero que um dia a gente se encontre e relembrarmos os colegas e amigos que fizemos no passado.
Um abraço amiga Dircéia.
Porto Alegre,10/07/1997
Autoria: Paulo Furtado
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Poema Para Joelma
O teu andar de rainha me fascina,
A tua Inocência toca o meu coração,
O teu sorriso me fez sentir feliz,
Aqui no exílio eu penso e reflito sobre a minha vida,
Sentado olhando para janela eu vejo você passar, sempre bela,
Minha amiga, uma pena que mais uma vez,
o destino foi cruel comigo,
Mais uma vez perdi a luta,
A luta de conquistar o teu coração,
Mais uma atração que vai embora,
Eu ti amo mas o destino quis que você me negasse o seu amor,
Vamos continuar amigos para sempre,
Espero te encontrar depois do arco-íris,
Talvez lá você me ame e a gente possa ser um casal perfeito,
Quem sabe depois do arco-iris você seja minha deusa,
Quem sabe eu consiga me embriagar de alegria, sabendo que ti amo e você me ama,
Quem sabe depois do arco-íris no por do sol nós possamos no amar,
Autoria: Paulo Furtado
Porto Alegre, 18/01/1999
A tua Inocência toca o meu coração,
O teu sorriso me fez sentir feliz,
Aqui no exílio eu penso e reflito sobre a minha vida,
Sentado olhando para janela eu vejo você passar, sempre bela,
Minha amiga, uma pena que mais uma vez,
o destino foi cruel comigo,
Mais uma vez perdi a luta,
A luta de conquistar o teu coração,
Mais uma atração que vai embora,
Eu ti amo mas o destino quis que você me negasse o seu amor,
Vamos continuar amigos para sempre,
Espero te encontrar depois do arco-íris,
Talvez lá você me ame e a gente possa ser um casal perfeito,
Quem sabe depois do arco-iris você seja minha deusa,
Quem sabe eu consiga me embriagar de alegria, sabendo que ti amo e você me ama,
Quem sabe depois do arco-íris no por do sol nós possamos no amar,
Autoria: Paulo Furtado
Porto Alegre, 18/01/1999
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
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