sexta-feira, 27 de maio de 2011

Os Anjos São Extraterresteres

Fico na janela da minha casa olhando o céu estrelado,

Um objeto voador não identificado corta os céus,

Eu me pergunto será um disco voador, um satélite ou um meteoro,

Eu fico tentando encontrar respostas para muitas dúvidas,

Será que a nossa inteligência, o nosso poder de criar e mudar as coisas não poderiam ser dons dados pelos extraterresteres?
Será que Deus não é um extra terrestre e os tripulantes das naves espaciais não seriam anjos enviados por ele para nos auxiliar?
Como os egípcios, os Maias, Incas e Astecas que nunca se encontraram poderiam fazer obras semelhantes como as belíssimas pirâmides sem terem o conhecimento de engenharia e arquitetura?
Será que quando morrermos nos não vamos para o mundo dos extraterresteres?
Muitos viram os discos voadores e tiveram contatos com eles,
Eu nunca vi um de perto e gostaria de ser amigo deles,
Eu tenho certeza que nós seres humanos temos a mesma feição desses anjos espaciais,
Eu aqui sozinho na minha casa continuo olhando aquele objeto que começa a desaparecer no horizonte das estrelas,
Caminho solitário pela praia nessa noite de verão,
De repente uma enorme luz brilha no meu rosto,
Um enorme disco voador pousa na areia da praia e uma linda mulher extraterrestere sai da nave espacial linda como uma deusa,
Ela é tem a beleza de Issis, a coragem de Diana e o corpo de Vênus,
Ela me chama para tripular com ela pelas galáxias,
Eu vou ao encontro dela e recebo um beijo dos seus lábios carnudos,
Eu abraço forte  a sua cintura e acaricio os seus quadris,
A nave espacial parte, eu sinto que finalmente encontrei o amor da minha vida e por ironia do destino acabei amando uma mulher de outro planeta e deixando as mulheres terrenas que nunca me amaram para trás, buscando quem sabe ser feliz num mundo que fica perdido no espaço sideral.
O mundo da minha amada que eu busquei e só agora encontrei junto dela e Deus.

Autor: Paulo Furtado      

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia dos Namorados

O sol de inverno bate fraco nessa tarde dia de copa do mundo,
O Brasil joga no México,
E eu aqui na minha cidade interiorana,
Tentando superar os meus problemas,
Buscando a namorada que venho sonhando desde o tempo de menino,
A maldição  de me apaixonar por garotas que eu penso que gostam de mim mas na realidade não me querem,
continua,
A solidão continua minha companheira nesta trajetória dessa caminhada que eu dei até agora na vida,
Muitos me criticam por os meus sonhos,
Não aceitam o meu sucesso,
Tentam me humilhar,
Mas alguém que eu não posso ver e não conheço me diz para mim ir em frente, sempre de cabeça erguida,
Caminho pelas ruas a vontade de poder envolver com os meus braços uma mulher e poder beijá-la é incrível,
Olho para as garotas na rua fico pensando e me pergunto porque eu não posso amar ninguém?
Porque mulher nenhuma me ama?
Vejo os namorados abraçados na praça,
Sinto uma inveja de não poder estar agora abraçado com a "gatinha" dos meus sonhos,
Olho para o misterioso azul do céu e aquela saudade estranha bate novamente no meu peito,
Me fazem lembrar que hoje é dia 12 Junho dia dos namorados e uma tristeza muito grande toma conta de mim e eu começo a chorar por lembrar que eu não tenho ninguém que me ame.
Autor: Paulo Furtado                        dia 12/06/1986

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Sucesso

Estou aqui nesta praia que é um paraiso,
Observando o horizonte do mar azul,
Vejo aquela gaivota que voa bem alto no céu azul,
Começo a sentir uma saudade grande de você,
Lembro dos momentos lindos que passamos aqui na terra,
Sua imagem não sai do meu pensamento,
Seus cabelos loiros e a sua pele branca e o seu corpo lindo ainda me fascinam,
A como eu queria poder parar o tempo e não deixar você nunca fugir de mim,
Sinto uma saudade imensa de você.
Sei que um dia irei morrer
Não sei se voltarei a ti ver novamente antes disso acontecer,
O que mais desejo um dia nesse mundo é poder ter um filho,
Ser o pai que não tive,
Ser amigo que não tive,
Quero que o meu filho seja o que eu queria ser, mas não pude ser nessa vida,
Gostaria tanto que esse filho sonhado viesse de você e do nosso amor,
Eu tento te encontrar em todo lugar mas não consigo,
Não sei onde você está agora
Mas de uma certeza eu tenho, você está nos braços de alguém,
E eu aqui como sempre sozinho nessa praia te esperando até o fim da minha vida.

Autor: Paulo Furtado          12/06/1986

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Todas as tardes eu vou para janela da minha cabana só para ver ela caminhar na praia,
Fico aqui contemplando aquele quadro lindo vendo ela deitada na areia tomando seu banho e ao fundo o imenso azul do mar,
Ela me fascina tanto que chego a sentir sensações extra terrenas,
Aquele corpo moreno queimado do sol como eu queria toca-la e beija-la por toda vida.
Eu me lembro daquele dia em que nos encontramos num dia  de chuva  de verão,
Ela estava com uma mini saia bem justa nos quadris,
Seus cabelos molhados e seu sorriso lindo que saia de seus lábios pequenos que tanto eu queria beijar,
Ela está tão perto de mim mas longe do meu coração,
Escrevi vários poemas falando do meu amor mas eu não tenho coragem de me declarar,
Sinto que ela é a mulher dos meus sonhos mais o destino não quer nos unamos,
O meu único consolo foi de ter beijado o rosto dela uma vez,
Vejo ela sair todas as noites com o seu namorado,
E eu também saio solitário pelas ruas olhando as estrelas,
Penso quando vai ser o dia que o meu amor por alguém vai ser correspondido,
O passado começa o tomar conta da minha vida,
Vou para casa,
Amanhece o dia,
vou caminhar pela praia,
A brisa suave de mansinho bate no meu rosto,
A praia está quase deserta procuro a resposta da minha solidão,
De repente eu paro em um ponto distante eu vejo um corpo deitado na praia
Vou correndo para ver o que aconteceu várias pessoas começam a rodear aquele corpo,
Quando eu chego perto um espanto e horror toma conta de mim,
Vejo que é ela que está no chão da areia que de amarela se torna vermelha de sangue,
Eu choro porque o amor da minha vida a garota que desejei tanto agora está morta,
Choro, berro e pergunto a Deus por que ela?
Após alguns meses da morte dela,
Volto para aquela praia,
Sento na areia e fico olhando o mar e aquela brisa suave bater no meu rosto novamente como naquele dia em que ela morreu,
Começo a sentir que a brisa é o beijo dela
Sinto o meu corpo mais leve
Um azul começa a tomar conta do meu olhar
Dois portões grandes se abrem para mim,
Vejo que é ela que vem me receber,
Ela me abraça e eu a beijo,
Sinto uma sensação diferente
Começo acariciar o seu corpo todo,
Olho para o seu rosto vejo de perto como ela ficou mais linda,
De repente um estalo soa no ar e eu volto a realidade,
Senti novamente o meu corpo carnal
Percebo que tinha voltado do paraíso dos mortos,
Não sei quando vai ser o dia que voltarei para lá,
Um dia eu sei que encontrarei ela novamente para nos amarmos por toda eternidade lá no paraíso de Deus,
Ou quem sabe eu a ame em outra encarnação terrena.

Autor: Paulo Furtado       05/05/1986